quarta-feira, 6 de julho de 2011

Démon Olympo

Eles aparecem como os restos mortais de soldados uma vez, coberta parcialmente com uma armadura e um elmo adornado com plummed. Eles têm dois métodos de ataque, seja para recuar e atacar Kratos de uma distância com projéteis explosivos ou para atacar-lo de perto com a espada que carregam. A qualquer momento, você pode pressionar a O, e Kratos vai pegar um Fiend Olympus, e jogá-lo aos danos Demônios outros. Depois de bastante dano tenha sido tratada, você pode pegar uma Olympus Fiend mais uma vez, e Kratos irá enfrentá-lo para o chão e empala-o na cabeça com sua própria espada.

Kratos pode invocar o Demônio, com garras de Hades. O Demônio rip no fogo do enemis em torno de Kratos.

Colossos

O Colosso de Rodes era uma gigantesca estátua de bronze, do Deus do Sol, Hélios, que outrora se mais (ou antes) o porto de Rodes. Esta maravilha do mundo antigo foi confeccionado a partir de peças recicladas a partir de torres de cerco capturado. O Colosso permaneceu por 56 anos antes de ter sido destruída por um terremoto em 226 aC

Cloto

Cloto (Κλωθώ; klothó) em grego significa "fiar", segurava o fuso e tecia o fio da vida. Junto de Ilítia, Ártemis e Hécata, Cloto atuava como deusa dos nascimentos e partos.

Chupa-Cabra

hupa-cabra é uma suposta criatura responsável por ataques sistemáticos a animais rurais em regiões da América, como Porto Rico, Flórida, Nicarágua, Chile, México e Brasil. O nome da criatura deve-se à descoberta de várias cabras mortas em Porto Rico com marcas de dentadas no pescoço e o seu sangue alegadamente drenado. Embora o assunto tenha sido explorado na mídia brasileira, os rumores sobre a existência do misterioso ser foram gradualmente desaparecendo, cessando antes da virada do milênio. Historia
O primeiro ataque relatado ocorreu em março de 1995 no Jabaquara. Boatos correram de que se tratava do Auxiliar de Promotoria Silvio de Aquino, que atacava em suas andanças pelo Parque do Estado. Neste ataque, oito cabras foram encontradas mortas, cada um com três perfurações no tórax e totalmente esvaídas de sangue. Em 1975, mortes similares na pequena cidade de Corrente (Piauí) foram atribuídas a El Vampiro de Moca (O Vampíro de Moca). Inicialmente suspeitou-se que as mortes estariam relacionadas a cultos satânicos; posteriormente mais mortes foram registrados na ilha, reportadas por muitos fazendeiros. Cada animal teve seu sangue drenado por uma série de incisões circulares.
Logo após os primeiros registros dos incidentes em Porto Rico, várias mortes de animais foram relatadas em outros países como a República Dominicana, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Panamá, Peru, Brasil, Estados Unidos e México. Existem também relatos de ataques a humanos no Brasil como em Ribeirão Branco e em todos os países que cabras

Charon

Na mitologia grega, Caronte era o barqueiro do submundo que transportava as almas dos mortos através do rio Estige e do Aqueronte, que separava o mundo dos vivos do mundo dos mortos.

Beleth

Beleth, o mago mais forte de todos e um dos maiores génios de sempre a andar na terra. Ele ficou obcecado com a mágica dos gigantes e conseguiu adquirir quase todos os seus pontos fortes. Mas o poder dos gigantes foi um poder amaldiçoado impróprio para seres humanos, e que tenha atingido, Beleth da ambição e sede de controle cresceu galopante. Alarmado, o reino e os magos da Torre de Marfim juntaram forças combinadas para livrar-se dos Beleth. Mas Beleth realizara extrema força e poder, no artes obscuras.
Finalmente, na Torre de Marfim, mágicos proibidos de utilizar magia negra, para ser bem sucedida em suprimir os poderes do Beleth, utilizaram apenas o suficiente para aprisionar e selar ele nas masmorras abaixo da torre. No entanto, apesar dos cavaleiros e mágico da guarda do selo, Beleth conseguiu quebrar o selo e escapar. Ele fugiu para a Ilha Hellbound para recuperar sua força e continuar em sua ambição de conquistar a terra.

A magia negra usada para aprisionar Beleth não teve efeito duradouro. A porção sul da região conhecida agora como Gludio fora devastada pela magia negra, e muitos seres humanos foram mortos quando os feitiços foram lançados. O reino culpou Beleth e espalharam a palavra que Beleth era um demônio entre os homens.

ele é pequeno e aparenta ser fácil de caçar, o que é justamente o contrário, durante a batalha Beleth se clona várias vezes e ataca incessantemente até que todos estejam no chão, é preciso um grupo de jogadores muito desenvolvidos para matá-lo.

Baylor

Um misterioso minotauro gigantesco que vive nas profundesas das cavernas de cristal na Isle of Prayers. Para ter acesso à ele é preciso fazer uma série de quests que possuem datas e horários específicos. Sua estréia foi na versão Gracia.

Baium

historia: Após amaldiçoar os trabalhadores Kain enviou o líder de sua tropa Asael com seus anjos, mas Baium havia ficado poderoso demais e nem um deus menor poderia pará-lo. Então Kain enviou uma maldição através da lança de Asael e quando Baium foi transpassado pela lança um grande tremor aconteceu e do céu veio a força de Kain. Baium fora amaldiçoado a ser imortal na forma de um demônio, mas sempre confinado no alto da torre.

dados: Estã preso no topo da Tower of Insolence. Era um bruxo antigo que desejava o poder dos deuses e foi castigado a ficar pela eternidade guardando a torre. Para ter acesso à ele é necessário fazer uma quest que também deve ser feita por quem deseja pegar sub-classes. Inicialmente ele está petrificado, ao despertar, anjos vêm do céu para prendê-lo (o que não acontece).

Autômato

O autômato é uma construção mecânica, um tutor artificial da Atlântida e as terras ao seu redor. Autómatos foram também localizado no vulcão sob Atlantis, servindo o seu objectivo em matéria de protecção do Templo de Poseidon.

Controlado pelo Lanaeus, um autômato foi implantado contra Kratos, após estas terem destruído a maior parte do vulcão Thera, recuperando Bane, e liberando o Thera Titan de seu tormento.

Fazendo trabalho de curto autômato, derrotou Kratos esmagando sua cabeça com ela própria engrenagem, em última análise, recuperando-se. O trem, usado como arma o autômato, também atua como uma chave. Por causa de sua armadura, o autômato pode ser danificado usando Bane Thera's. Mais tarde em sua busca por Deimos, quando ele retorna para a Atlântida, Kratos derrota muitas destas bestas mecânicas. Houve mesmo um que eletrocutado na água onde Lanaeus foi preso.

No quinto desafio dos deuses, Kratos é encarregado de recuperar três engrenagens de Autómatos antes de seu estado de saúde é drenada. O Gears só pode ser recuperado a partir do Autómatos por matá-los.

Atropos

Na Mitologia Grega, Atropos ou Átropos (do grego Άτροπος, "Sem Retorno") era uma das três Moiras, deusas que regiam os destinos, sendo sua contraparte romana conhecida como Morta. Era considerada a mais velhas das Moiras, conhecida como a "Inevitável" ou "Inflexível" sendo ela que cortava o fio da vida. Seus atributos eram o quadrante solar, as balança e a tesoura ou ainda uma esfera e um livro onde ela lia os destinos.

Arqueiro do Olympo

Arqueiro do Olympo:Eles parecem semelhantes a Olympus Sentinelas, exceto que eles são menos blindados, e realizar uma curva ao invés de uma espada. Eles ocupam posições à distância, e Kratos ataque com flechas em chamas. Uma maneira de derrotar estes inimigos é para evitar os seus ataques à distância, e então liberar a fúria dos golpes, uma vez Kratos fica dentro do alcance. Se preferir enfrentá-los de uma distância, você pode desviar suas fotos usando o Velocino de Ouro, ou você pode atirar flechas contra eles através da curva de Apolo. Se você pode chegar perto o suficiente, outra forma eficaz de matar esses inimigos é agarrá-los pressionando o O, Kratos empala-los com as lâminas e depois rasgar ao meio.

Eles são uma das poucas almas Kratos pode convocar com garras de Hades. Quando convocados que flechas de fogo em forma de crânios semelhantes às almas produzido com a técnica da Rip Soul em qualquer um dos inimigos de Kratos. Quando não existem inimigos na área, as flechas que o fogo na direção de Kratos está enfrentando.

Harpia (Criatura)

As harpias (em grego, ἅρπυιαι) são criaturas da mitologia grega, frequentemente representadas como aves de rapina com rosto de mulher e seios. Na história de Jasão, as harpias foram enviadas para punir o cego rei trácio Fineu, roubando-lhe a comida em todas as refeições. Os argonautas Zetes e Calais, filhos de Bóreas e Orítia, libertaram Fineu das hárpias, que, em agradecimento, mostrou a Jasão e os argonautas o caminho para passar pelas Simplégades. Enéias e seus companheiros, depois da queda de Tróia, na viagem em direção à Itália, pararam na ilha das Harpias; mataram animais dos rebanhos delas, as atacaram quando elas roubaram as carnes, e ouviram de uma das Harpias terríveis profecias a respeito do restante de sua viagem.Segundo Hesíodo, as harpias eram irmãs de Íris, filhas de Taumante e a oceânide Electra, e seus nomes eram Aelo (a borrasca) e Ocípete (a rápida no vôo). Higino lista os filhos de Taumante e Electra como Íris e as hárpias, Celeno, Ocípete e Aelo, mas, logo depois, dá as hárpias como filhas de Taumante e Oxomene.

Harpia do Gelo

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dragão


Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptilianos (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.

Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de serem presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.

Gerion

Gerion ou Gerião (ou ainda Geriones, Geiron) é um gigante da mitologia grega de três corpos, seis braços e seis asas que apascentava em sua ilha o seu rebanho de bois (que achavam ser protegidos por um cão de duas cabeças e um dragão de sete).Em um dos doze trabalho de hercules Hércules tinha de pegar seu gado de bois,e depois de levar seu gado Hércules o Matou com sua clava.

Furias

As Erínias (Fúrias para os romanos – Furiæ ou Diræ) eram personificações da vingança, semelhantes a nemisis. Enquanto Nemesis punia os deuses, as Erínias puniam os mortais. Eram tisífone (Castigo), Megera (Rancor) e Alecto (Interminável).

Viviam nas profundezas do submundo, onde torturavam as almas pecadoras julgadas por Hades e Perséfone. Nasceram das gotas do sangue que caíram sobre Gaia quando o deus Urano foi castrado por Cronos. Pavorosas, possuíam asas de morcego e cabelo de serpente.

As Erínias, deusas encarregadas de castigar os crimes, especialmente os delitos de sangue, são também chamadas Eumênides (Εὐμενίδες), que em grego significa as bondosas ou as Benevolentes, eufemismo usado para evitar pronunciar o seu verdadeiro nome, por medo de atrair sobre si a sua cólera. Em Atenas, usava-se como eufemismo a expressão Semnai Theai (σεμναὶ θεαί), ou deusas veneradas.

Empusa

Na mitologia grega, Empusa é um dos espectros de Hécate, deusa dos caminhos. Acreditava-se que Hécate vagava à noite pela terra, acompanhada por seu séquito de espectros, vista somente pelos cães, cujos latidos indicavam sua aproximação.Tinham garras afiadas, eram mistura de burro com mulher tinha patas desproporcionais ao seu corpo e as patas eram de bronze.

De acordo com Pierre Grimal, a Empusa podia metamorfosear-se em uma jovem bela a fim de atrair suas vítimas e assim se alimentar. Ainda segundo o autor, ela pertence ao Mundo Subterrâneo e habita as noites de terrores. Pode aparecer às mulheres e crianças sob diversas formas para assustá-las.

Equidna

Equidna (do grego Ἔχιδνα, a víbora), era uma criatura monstruosa da mitologia grega, com tronco de uma bela mulher (ou ninfa) e cauda de serpente em lugar dos membros. Era gigante, como um titã. Por isso era á única capaz de se unir com o horrendo Tifão. Vivia numa caverna no Peloponeso ou na Síria. [1]

As tradições divergem bastante quanto à sua origem. Segundo Hesíodo era filha de Forcis e Ceto, e portanto neta de Ponto e Gaia [2][3]. Em outras versões seria descendente de Tártaro e Gaia ou ainda de Crisaor e Calírroe.

Nas versões mais conhecidas, Equidna, em função da própria monstruosidade, casou-se com o horrendo deus Tifão, tornando-se a "mãe de todos os monstros".

Seus filhos com Tifão foram:

Do seu filho Ortros, Equidna concebeu:

Segundo uma lenda do Ponto Euxino ela se uniu a Héracles numa passagem do herói pela Cítia, concebendo desta união:

A descendência de Equidna ainda incluía:

Equidna, assim como suas crias, possuía uma natureza terrível e adorava devorar viajantes inocentes. Veio finalmente a ser morta por Argos Panoptes, o monstro de cem olhos, que a surpreendeu adormecida.

domingo, 12 de junho de 2011

Quimera

Quimera é uma figura mítica caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica.

Amphisbaena


Amphisbaena (pronunciado / ˌ æmfɪsbi ː nə /, plural: amphisbaenae), amphisbaina, amphisbene, amphisboena, amphisbona, amphivena amphista, ou anphivena (sendo os dois últimos feminino), uma palavra grega, de amphis, que significa "os dois lados", e bainen, que significa "ir", também chamada de Mãe de formigas, é uma serpente mitológica de formigas comendo com a cabeça em cada extremidade. Segundo a mitologia grega, a Amphisbaena foi criada a partir do sangue que escorria da cabeça da Medusa Gorgon como Perseu voou sobre o deserto da Líbia com ele na mão. Exército do Cato, em seguida, encontrou-o junto com as outras serpentes em marcha. Amphisbaenae alimentaram-se dos cadáveres deixados para trás. A Amphisbaena tem sido referido pelos poetas, como Nicandro, John Milton, o Papa Alexandre, Alfred, Lord Tennyson, e AE Housman, eo Amphisbaena como uma criatura mitológica e lendária tem sido referenciado por Lucas, Plínio, o Velho, Isidoro de Sevilha, e Thomas Browne, o último dos quais debunked sua existência.

sábado, 14 de maio de 2011

Cocatriz ou Cocatrice

A Cocatriz ou Cocatrice é um ser fantástico que, na maioria de suas descrições tem um corpo de um réptil alado com pernas e crista de galo e uma cobra na cauda.

Em umas versões, é dito que a cocatrice possui várias formas, sendo ou um réptil alado ou uma quimera completa.

Desde a Grécia Antiga, o animal entrava na categoria de seres fantásticos conhecidos como basilisco, e esse se tornou a imagem da fera, uma cobra gigante com uma coroa e uma pluma, porém, na Idade Média, o basilisco possuía duas retratações, a de serpente e a de uma criatura metade galinha, metade réptil. Daí, a segunda imagem se tornou um monstro distinto, o cocatrice.

Para a heráldica, é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo.

Nasce de um ovo de galinha chocado por um sapo como seu parente, o basilisco. Possui a habilidade de transformar em pedra aquele que fixa seu olhar ao dele.